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25/02/2022

EPIs: conheça os equipamentos mais indicados para cada parte do corpo

A segurança do trabalho também depende dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), de acordo com o Observatório de Saúde e Segurança no Trabalho, foram mais de 446,9 mil notificações de acidentes de trabalho (CAT) e 1,9 mil acidentes com óbitos em 2020 no Brasil.

 

Os dados também mostram os setores econômicos com mais ocorrências, são eles o atendimento hospitalar, comércio de produtos alimentícios, administração pública, transporte rodoviário de carga e construção de edifícios. Algumas razões para não usar EPIs foram citadas, como “atrapalha”, “não é atrativo”, “muito quente” e “desconfortável”, por isso é importante fazer a fiscalização do uso, inspeções para higienização e troca dos aparelhos e treinamentos sobre o uso adequado.

 

As partes do corpo mais frequentemente atingidas são dedo, pé, mão, joelho, articulação do tornozelo e perna. Conhecer os equipamentos que protegem cada parte do corpo é essencial para a segurança completa dos colaboradores, entenda:

 

Capacetes: protegem contra riscos de impactos de objetos sobre o crânio, choques elétricos e agentes térmicos. Os capacetes impedem que ocorram traumatismos, ferimentos e outros tipos de lesões, até mesmo fatais.

Esses equipamentos são confeccionados com material sintético resistente ao impacto, alguns modelos têm fendas laterais para o acoplamento de acessórios, como lanternas, protetores auditivos e faciais. Eles podem ser de três tipos: com aba frontal, aba total e com viseira. 

 

Capacetes com aba frontal: têm o objetivo de proteger contra choques e diminuir impactos externos sobre a cabeça, por isso é muito usado por pessoas que trabalham em construções civis, dando proteção em caso de quedas de tijolos, pedras e madeiras suspensas.

 

 

Capacetes com aba total: essas abas servem para impedir que cabos elétricos desencapados encostem no rosto do trabalhador, caso isso aconteça, pode levar a queimaduras ou lesões mais graves.

 

 

Capacetes com aba frontal e viseira: protegem a cabeça e a face e é utilizado em locais onde há risco de explosões, com a consequente projeção de partículas, além de ambientes onde há temperaturas altas ou no manuseio de equipamentos que produzem faíscas

 

Óculos: evitam riscos de impactos de partículas volantes, luminosidade intensa, radiação ultravioleta e radiação infra-vermelha

 

Protetores auriculares: circum-auricular de inserção e semi-auricular para proteção contra níveis superiores aos valores limites de exposição diária. Eles são classificados de acordo com a taxa de redução de ruídos, que varia entre 15 e 21 decibéis.

 

Luvas: as lesões nas mãos podem ser divididas em dois tipos, a lesão traumática que engloba os cortes, perfurações, fraturas, amputações, pensamentos etc. Já a lesão por contato são as queimaduras, choques ou contato com altas ou baixas temperaturas e produtos químicos.

As luvas protegem contra agentes abrasivos e escoriantes, cortantes e perfurantes, mecânicos, choque elétricos, térmicos, soldagem ou similares, origem química, vibrações, umidade e radiação ionizantes.

 

Proteção respiratória: as máscaras protegem contra poeira, névoas, gases, vapores orgânicos ou materiais biológicos, e servem para evitar que eles entrem em contato com as vias aéreas.

 

Botas e sapatos: são eficazes contra riscos de impactos de quedas de objetos sobre os artelhos, de energia elétrica, agentes térmicos, abrasivos, escoriantes, cortantes, perfurantes e operações com uso de água. Além de perigos de origem química, combate ao fogo e salpicos de metal fundido.

 

Proteção contra quedas: para pessoas que trabalham nas alturas, usar cinturão de segurança — tipo abdominal ou paraquedista —, ancoragem, talabarte ou trava-quedas é fundamental.

 

Proteção da pele: existem cremes de segurança que evitam agentes químicos derivados de petróleo, tintas, colas, cimentos, detergentes e solventes em geral. O protetor solar não é considerado EPI, mas também é essencial para proteger a pele dos raios ultravioletas (UVA e UVB).

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Fontes: smartlabbr.org | blog.volkdobrasil.com.br 

Crádito da Imagem: iStock.com/breakermaximus